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Personificando: Setembro 2013
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Segunda-feira, 23 de setembro de 2013. A perfeita simetria dos defeitos. A rasurar em amor. O batom que te adorna. Vem a trilha que descabela o sentir. Do ventre largo do corpo de violoncelo. Ao aliado desconcerto ao tom puro de teus olhos…. Estende a mão e a tua cor aparece. Como um apelo poético invisível. Raro como a visão do tempo e do ar,. Deixando o gosto do alimento. Da seiva que vem de dentro - e que em teu nome,. Cláudia I, Vetter.
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Personificando: A perfeita simetria dos defeitos
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Segunda-feira, 23 de setembro de 2013. A perfeita simetria dos defeitos. A rasurar em amor. O batom que te adorna. Vem a trilha que descabela o sentir. Do ventre largo do corpo de violoncelo. Ao aliado desconcerto ao tom puro de teus olhos…. Estende a mão e a tua cor aparece. Como um apelo poético invisível. Raro como a visão do tempo e do ar,. Deixando o gosto do alimento. Da seiva que vem de dentro - e que em teu nome,. Cláudia I, Vetter.
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Personificando: Agosto 2012
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Quinta-feira, 2 de agosto de 2012. A ânsia engasgada na mira de velhas teias frescas. A brevidade de um momento se alonga. Se o contentamento não precisa ser. Pelo resultado em fim de ânsia. A ansiedade pega a cor dos olhos,. O vôo dos pássaros. Faz da retina um palco desértico,. Desolado até das sementes ao chão. E o que é flor perde o nome de si mesma,. O porquê não diz por pouco motivo. Desfolhar-se é um meio,. Cláudia I, Vetter.
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Personificando: A ânsia engasgada na mira de velhas teias frescas
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Quinta-feira, 2 de agosto de 2012. A ânsia engasgada na mira de velhas teias frescas. A brevidade de um momento se alonga. Se o contentamento não precisa ser. Pelo resultado em fim de ânsia. A ansiedade pega a cor dos olhos,. O vôo dos pássaros. Faz da retina um palco desértico,. Desolado até das sementes ao chão. E o que é flor perde o nome de si mesma,. O porquê não diz por pouco motivo. Desfolhar-se é um meio,. Cláudia I, Vetter.
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Personificando: Panorâmica
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Quinta-feira, 11 de julho de 2013. Http:/ nestorjrfotos.tumblr.com/. Na trajetória de rio,. Cláudia I, Vetter. Assinar: Postar comentários (Atom). O pouco que sei sobre. Cláudia I, Vetter. Blumenau, Santa Catarina, Brazil. Visualizar meu perfil completo. O Retrato da Nudez Eólica - 1ª Edição'. Em breve, 2ª Edição. Ao desejo, cite a fonte, pra que numa volta, degustemos juntos, da saciação da palavra.
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Personificando: Novembro 2012
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Quarta-feira, 21 de novembro de 2012. Mais um causo eólico. Uma menina sonhava que tinha um tempo de viver,. Como nasce uma flor no jardim,. Ou se dá nome ao sentimento no peito. Desde há muito as flores existem. E são mudas, como a vanidade. Que os sentimentos não consomem. É como se nada tivesse nome,. E ao vento,. Um encontro, um disparo:. Transformou-se a vida de um poema. Sem término de vibrar,. Mas começo de transferir. É um desperdíci...
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Personificando: Janeiro 2012
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Segunda-feira, 23 de janeiro de 2012. Um cântico da doçura encomendada. É sentando por instantes na beirada do tempo. Que se remexe os pensamentos. E o que da ternura ou acidez deles se levanta,. Vem um eco de lembrança. Uma escrita que o tempo joga poeira,. Mas a pele reconhece sempre que arrepia-se movimentando. De novo, como sempre - e como se nunca houvera sido. As distâncias que têm nome vão se dissolvendo. Como um observar ao céu,.
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Personificando: Abril 2012
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Segunda-feira, 30 de abril de 2012. Das ranhuras de um delírio. O lençol sentiu como o corpo dela. Se deitara sob ele. Logo após o instante de aconchego,. Veio o calor, o silêncio. E o que inspirava a realidade. Era o pulsar cardíaco que dela emanava. E nele quase onírico se absorvia. Um coração com a vida. Em um nome vibrado, naquele frêmito. Ao sono pedindo, dela se embriagando de paixão. E à ele, um inanimado delirante, não fazia mal,.
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Personificando: Julho 2011
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Espalhado em tudo; no que você menos viu: no que você mais têm. Quarta-feira, 27 de julho de 2011. O sublime sopro de um instante puro. De um dia daonde não havia nada. Que se dissesse vivo como a palavra. Densa e espessa - que assim diz, compreendesse. A alma recorreu dispendiosa e. Esquecida pelo espaço que já. Se merecia em aborrecimento. Como num levitar do próprio cansaço,. Prendeu o momento e fechou os olhos. Pra dentro de si, esboçando leve e inexato,. O retrato de mais vontade de bondade. Ao dese...